quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Sit back and listen

Simply click on the suggested links and listen.

The Cat and Mouse in Partnership




Lazy Jack



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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Jogos Matemáticos


Segundo Godfrey Hardy, “nenhum matemático devia alguma vez esquecer que a Matemática mais do que qualquer outra arte ou ciência, é um jogo juvenil”. Esta vertente lúdica e didática já era reconhecida nos jogos matemáticos tradicionais, uma vez que jogos como o xadrez, as tábulas, os alguergues, o cerco da lebre e mais tarde as damas, podiam ser considerados parte integrante da educação dos jovens, devido à sua natureza estratégica.

Os jogos matemáticos conduzem, assim, ao desenvolvimento do raciocínio lógico, do nível de concentração, da inteligência e agilidade mental, da capacidade de previsão e decisão, constituindo, de acordo com Fenelon, “problemas que educam a alma e elevam o espírito”.

“Se experimentar prazer com a Matemática, não a esquecerá facilmente e haverá, então, uma grande probabilidade de que ela se torne alguma coisa mais: uma ocupação favorita, uma ferramenta profissional, a própria profissão, ou uma grande ambição”. – George Polya

Racicínio Lógico: teste de Einstein


Área: Aprender a Aprender 
Nível: Todos.
Objetivos: desenvolver o raciocínio lógico.

Desafio:
Clica na imagem para resolver o teste de Einstein e inscreveres o teu nome no mural dos génios. Resiste á tentação de clicar no botão «desisto» ou fechar a página.

Jogo dos sapos

 Destinatários: todos
Objetivo: treinar o raciocínio lógico

Ajuda os sapos a mudar de posição, passando os que estão à esquerda para a direita e os que estão à direita para a esquerda de forma a que eles possam continuar o seu caminho.

Clica na imagem para descarregar o ficheiro (Excel)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Reading spots

Hey... do you like to take pictures?

Show us your favourite reading spot. Take a picture of your favourite place to read and share it with us.
Don't forget to show off all your reading props (a special couch or chair, a favourite pillow or blanket, etc...).

Here are two great reading spots! Don't you think?





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Vocabulário: As cores

Disciplina: Português Língua Não materna
Nível: A1
Objetivo: conhecer o vocabulário relativo às cores.

Desafio
Clica na imagem para resolveres o exercício interativo.

Escrita Criativa: Dicionário Poético da Língua Portuguesa

Disciplina: Língua Portuguesa / Português
Nível: Todos

Desafio:
Contribui para a construção de um Dicionário Poético da Língua Portuguesa, construindo definições para palavras que tu mesmo podes escolher.

Exemplo de uma definição poética

«A noite é a nossa dádiva de sol aos que habitam do outro lado da terra» (Carlos de Oliveira)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Vocabulaire: le corps Humain

Disciplina: Francês
Nível: 7.º e 8.º ano
Objetivo: Conhecer o vocabulário relativo ao corpo humano

Desafio:
Clica sobre a imagem para estudares o vocabulário do corpo humano e para resolveres os exercícios.


Palavras Cruzadas: Meios de Transporte

Disciplina: Português Língua Não materna
Nível: A1
Objetivo: conhecer o vocabulário relativo aos meios de transporte.

Desafio
Clica na imagem para resolveres as palavras cruzadas.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Leitura:O Quarto Anjo

Disciplina: Português
Nível:10.º ano
Ojetivos: Desenvolver o gosto pela leitura; Ler narrativas breves; desenvolver a criatividade.


Desafios:
Lê o conto «O Quarto Anjo». de José Eduardo Agualusa,  e realiza pelo menos um dos seguintes desafios.


1. Explica por que razão o quarto anjo era tão especial.
2.  faz o reconto da história (oral ou escrito.
3. Produz um audioconto.
4. Produz uma edição ilustrada deste conto.
5. Constrói uma dramatização do conto.



O Quarto Anjo

Após criar o primeiro anjo, Deus ofereceu-lhe um poderoso par de asas. Explicou-lhe que aquilo era mais um aparato de fé do que de voo.
− Os pássaros - assegurou-lhe - voam por convicção.
O anjo viu como voavam os pássaros, batendo as asas e recolhendo as pernas, e imitou-os. Ao fim de cinco meses tinha ganho uma certa prática e até já conseguia fazer algumas piruetas, incluindo voo picado seguido de um duplo mortal invertido. Não era ainda uma águia, mas também não poderia ser confundido com uma galinha. Enfim, voava.
− Agora tira-as. - Disse-lhe então Deus, que o observara, em silêncio, a uma distância discreta, durante todos aqueles dias. - Tira as asas e voa.
O anjo olhou para Ele incrédulo. Protestou:
− E eu lá sou doido, ó Deus?! Tiro porra nenhuma!
Deus, o qual, como se sabe, é brasileiro, não estranhou nem que o anjo falasse português, nem sequer o forte sotaque carioca. A língua e o sotaque, aprendera-as com Ele. Compreendeu, todavia, que lhe faltava o essencial, a fé, além de uma educação um pouco mais esmerada, pois, bem vistas as coisas, tratava-se de um anjo, ainda que numa fase de iniciação, e num rápido gesto de enfado, descriou-o.
O segundo anjo era, sem dúvida, um sujeito mais cordato e delicado. Muito loiro e frágil. Muitíssimo anjo. Tinha uma cabeleira comprida, que gostava de trazer sempre limpa e entrançada, num gracioso rabo-de-cavalo. Aprendeu a voar mais depressa do que o primeiro, com uma técnica original, que deixava os pássaros envergonhados. Porém, quando Deus lhe pediu que tirasse as asas e se lançasse assim, inteiramente nu, de um penhasco altíssimo, também ele recusou.
- Ai Deus! Saiba o Senhor que isso eu não faço. Com o seu perdão, faço qualquer coisa, qualquer coisa, entende?, faço qualquer coisa, mas isso não faço, não.
Disse aquilo com voz trémula e humilde, sem sombra de arrogância, de forma que o Criador se apiedou dele e o deixou ir. O anjo pintou as asas de cor-de-rosa choque e juntou-se a um bando de flamingos. Dizem que ainda hoje é possível ver, em certos crepúsculos inflamados, nalgum palude perdido de África, um anjo voando, com singular elegância, entre uma nuvem de flamingos. Voando e rindo. Eu nunca o vi, mas pode ser.
O terceiro anjo fê-lo Deus mais prático e destemido. Usava um bigode curvo e era respeitoso e de poucas palavras. Voava sem esforço, mas também sem agrado. Pousava nos ramos das mangueiras, ou de outras árvores igualmente altas e frondosas, e era capaz de ficar por ali, sentado, tardes inteiras, a cofiar o forte bigode, a comer mangas e a fruir a sombra fresca e o canto das aves. Quando Deus lhe pediu que subisse ao penhasco e que tirasse as asas e saltasse, não o contestou. Não disse nada. Voou até ao penhasco, tirou as asas e saltou. Ficou claro, naquele trágico instante, que o que lhe sobrava em disciplina faltava-lhe em fé. Ou melhor, como Deus lhe tentou explicar enquanto ele caía, vertiginosamente, de encontro ao gume feroz das rochas, lá muito em baixo, o problema é que colocara toda a sua fé no instrumento ao invés de a colocar no objetivo. O impacto foi devastador.
O Senhor Deus ficou desgostoso com o novo desaire. Levou muito tempo a recuperar-se. Por fim tentou de novo. Saiu-lhe, à quarta tentativa, um anjo alegre, até um pouco simplório, que gostava sobretudo de cantar e de dançar, artes, aliás, que ele próprio havia inventado. Para voar não parecia possuir grande talento. Todavia, quando Deus lhe sugeriu que tirasse as asas e tentasse voar sem elas, usando o esforço da fé, ele apenas perguntou, atordoado:
- E é possível?
Depois largou as asas, espreitou o fundo abismo, fechou os olhos, e imaginou que por dentro do seu corpo outras asas se desenrolavam e batiam. Foi com essas, um tanto torto, um outro tanto tonto, que se ergueu no céu.
Deus alegrou-se. Depois dele fez muitos outros anjos, legiões e legiões, mas poucos, muito poucos foram capazes de imitar o número quatro. Diz-se que esse anjo sem asas se passeia entre nós, como uma espécie de agente secreto. Um observador num campo de batalha. Uma testemunha incógnita.
Provavelmente o anjo número dois é mais feliz.

José Eduardo Agualusa, A Educação Sentimental dos Pássaros, Alfragide, Publicações D. Quixote», 2011, pp. 55-57.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Stories into movies

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